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Nos últimos cinco anos, os aplicativos de compartilhamento de veículos tornaram-se completamente disruptivos com os modelos tradicionais de táxis e serviços de carros para viajantes corporativos, oferecendo uma alternativa de redução de custos aos gestores.

Porém, os jantares pesam do lado oposto dessa balança, sendo a despesa que consome a maior parte dos orçamentos corporativos. A provedora de tecnologia de despesas Certify examinou mais de 50 milhões de despesas em sua plataforma e US$ 3,3 bilhões em gastos para ver como os viajantes de negócios gastaram dinheiro em 2018.

A empresa descobriu aumento nos gastos com refeições e estadas em hotéis. A despesa média com refeições agora é de US$ 5 a mais do que em 2016, enquanto as com hospedagem ficaram, em média, US$ 50 mais caras, provavelmente resultado da alta ocupação nos principais destinos de viagens de negócios.

No setor de refeições, a Starbucks permaneceu como o fornecedor mais popular em 2018, representando 23,4% de todas as despesas. Outro fato observado foi a contínua expansão da Uber em todo o mundo. A empresa foi a mais disputada pelo terceiro ano consecutivo, crescendo de 6,3% em 2016 para 11% no ano passado.

"A adoção pelas empresas dos serviços de economia compartilhada - devido à conveniência, eficiência e preço - é o principal impulsionador dessa mudança”, explica o CEO da Certify, Robert Neveu. “Os fornecedores de economia compartilhada adotaram rapidamente as ofertas para atingir o viajante de negócios e tornaram ainda mais fácil o consumo de seus serviços em grandes organizações e empresas”, comenta o executivo.

Fonte: Panrotas

20 Fevereiro 2019